MP dá 10 dias para comandante encaminhar informações sobre o caso.

O promotor de Justiça, Marco Túlio Rodrigues Lopes, no último dia 14, notificou o comandante geral da Polícia Militar do Estado do Maranhão, Ismael de Souza Fonseca, de que a permanência de policias militares atuando na segurança privada do prefeito de Carolina , Erivelton Neves, da Renovação, configura ato de improbidade administrativa e que pode levar à perda do cargo de policial.

Conforme documento que o CIDADE EM AÇÃO teve acesso, o Ministério Público aguarda resposta do Comando Geral no prazo de dez dias e que a recusa e ou retardamento das informações constitui pena de reclusão de um a três anos mais multas.

O promotor informa ainda que o cargo de policial é de dedicação exclusiva

O caso de policiais militares que atuam diariamente na segurança particular do prefeito de Carolina intriga a população local, que mesmo após dois anos e meio, ainda não encontrou razão para que o gestor municipal seja beneficiado com o trabalho dos PM’s. A estranheza se deve ao fato de que jamais outro prefeito precisou do serviço. Também saber quem paga pelos serviços é outro questionamento da população.

Documento que o CIDADE EM AÇÃO teve acesso
Categories: CAROLINA