A população segue indefesa e sem ter a quem recorrer

A última semana em Carolina foi marcada por duas situações absurdas e inimagináveis em uma cidade minimamente desenvolvida e administrada por pessoas com a mínima responsabilidade: a precariedade da água fornecida pelo SAAE e o fechamento da Casa das Fateiras, no Matadouro Municipal, levando mulheres a irem ao Lixão buscar o conhecido fato do gado para vender para quem gosta de preparar uma deliciosa panelada. VEJA DETALHES NA IMAGEM.

Por diversas dias da semana, como tem sido habitual, consumidores do SAAE receberam em suas torneiras um líquido da cor de barro muito forte e fétido. Moradores de diversos bairros se manifestaram indignados. Vídeos e fotos circularam pelas redes sociais causando indignação em quem há muito tempo não consume mais a água fornecida pela empresa, comprando água mineral para sua família.

O prefeito Erivelton Neves tem sido covarde ao não se manifestar publicamente sobre o assunto, tampouco exige que o diretor do SAAE, James Dean, e o secretário de Agricultura, Elizandro Morais, deem explicações à população – que segue obrigada a conviver com ambas as situações deploráveis.

IRRESPONSÁVEL. Também covardemente, o diretor do SAAE não se manifestou sobre ter contratado um caminhão limpa fossa por R$ 216 mil para limpar as estações de tratamento de esgoto, com as estações inativas e sem cumprir o objetivo para os quais foram construídas.

A população segue ainda sem ter a quem reclamar. Nenhuma instituição de fiscalização, como a Câmara Municipal, ou do Sistema de Justiça tem atuado em defesa dos cidadãos como são obrigados pelas leis que as criaram.

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