Vítima teria morrido por falta de atendimento adequado quando procurou o Hospital de Carolina

No último dia 18 morreu uma senhora carolinense na cidade de Araguaína (TO) após fazer cirurgia devido a uma perfuração no intestino. Após ser operada e estar se recuperando, a senhora que identificaremos apenas por Edileuza, de 27 anos, teve que retornar ao centro cirúrgico do hospital de Araguaína às pressas e não resistiu, vindo a óbito. O final triste da história de Edileuza teve início no que sua família tem como descaso do Hospital Municipal da cidade governada por um casal de médicos.

Conforme pessoas ligadas à família, a vítima sofria de depressão e tentou contra a própria vida com uma arma branca, no retorno de uma festa na região do Morro do Chapéu. Levada para o Hospital Municipal de Carolina no outro dia, foi atendida e teve a informação de que o ferimento teria sido apenas superficial. Retornou para casa.

No dia seguinte, familiares a levaram de volta ao HMC porque estaria com a barriga muito inchada. Segundo familiares, uma ultrassonografia teria sido feita pela primeira-dama Mônica Rocha, que diagnosticou o inchaço como a presença de muitos gases.

Como o problema foi se agravando, a vítima foi levada para a cidade de Araguaína, onde os médicos detectaram o problema como perfuração do intestino e realizaram cirurgia em seguida. Familiares informam ainda que os médicos teriam dito que o local da perfuração já se encontrava muito grave. Pelo atraso do tratamento adequado, a vítima faleceu.

Segundo fonte do CIDADE EM AÇÃO, a família tem medo de denunciar o caso às autoridades porque existe membro da família que mantém contrato com a Prefeitura e não podem ficar sem o salário. Porém, por conta da perfuração por arma branca, o caso seria alvo de investigação policial.

O secretário de Saúde foi procurado para informar a versão da atual gestão para o caso, mas não respondeu às mensagens.

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